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  • Bad Bunny conquistou uma multidão de jovens esbanjando simpatia, voz e emoção durante show em São Paulo apresentando um show vibrante e cultural no Allianz Parque

    Bad Bunny encantou São Paulo com um show vibrante no Allianz Parque, misturando modernidade e tradição. O porto-riquenho, aclamado no Grammy e Super Bowl, vestiu a camisa da seleção brasileira e emocionou a multidão com hits como "Callaita" e "Ojitos Lindos". A festa celebrou a cultura latino-americana, com reggaeton, salsa e um toque brasileiro, provando que Bad Bunny é um dos grandes nomes da música atual. Essa é a mistura do Brasil com  Porto Rico  - com simpatia, voz e emoção à toda prova,  Bad Bunny  fez história ao conquistar com o seu baile inesquecível uma multidão jovem, ainda mal saída de um carnaval. Multidão essa que lotou o Allianz Parque, em São Paulo, na noite de sexta-feira para testemunhar o primeiro show no país do artista mais ouvido no streaming em todo o mundo. Poucos dias depois de sua consagração no Grammy e do acontecimento político-cultural que foi o show no intervalo do Super Bowl, Benito Antonio Martínez Ocasio, porto-riquenho de 31 anos, fez todas as honras ao público brasileiro - até camisa da seleção canarinha de futebol vestiu. Mas o que importou mais foi sua música - o bom casamento de modernidade e tradição que culminou, ano passado, com o lançamento do aclamado álbum "DeBÍ TiRAR MáS FOToS". A abertura da noite foi feita uma hora antes da entrada de Bad Bunny, com o grupo porto-riquenho  Chuwi , especializado em ritmos tradicionais afro-caribenhos - com direito a legenda em português para as letras, algumas liricamente políticas. Ele azeitou a noite para uma garotada cujos pais provavelmente achariam aquilo... a música dos seus pais! Mas essa é a revolução que Bad Bunny vem promovendo, ao valorizar o orgulho das raízes da América Latina. Se depois de décadas de deglutição e reinvenção do pop, do rap e do reggae, hoje ser latino é o que dá o tempero, é hip, é cool, e um dos grandes culpados é Benito. "Bad Bunny não quer sair de Porto Rico", anuncia antes do show principal, no vídeo, em português, um casal brasileiro. O público tem que chamar ele! Eis a deixa para a letra de "LA MuDANZA", que faz o cantor surgir triunfal no palco. Mas ele fica, de início, em silêncio, só ouvindo os aplausos. E aí, de repente, a salsa come, com a sua banda de primeira categoria - um belo início para o  baile inolvidable . Com uma saudação a São Paulo, Benito deu sequência à parte mais tradicional do show, no palco principal. No hit "Callaita", ele admitiu: não esperava que São Paulo ia ser tão emocionante assim. Uma citação de "Garota de Ipanema" ao cuatro, instrumento de cordas tradicional porto-riquenho, abriu "PIToRRO DE COCO". Já "WELTiTA" ("Quem quer dar uma voltinha por São Paulo?", convidou Bad Bunny) ganhou outros sabores com os integrantes do Chuwi. Ao som de bolero, ele abriu o coração em seguida: "Estou muito feliz, finalmente realizei o meu sonho de visitar o Brasil!". E caiu no "BAILE INoLVIDABLE ("Dancem e amem sem medo, Brasil!") e num "NUEVAoL" de salsa que acabou em reggaeton. Bad Bunny em SP: porto-riquenho reúne fãs de diversas partes da América no Allianz Parque Pausa para o segundo ato, em que Bad Bunny vai para a Casita (a reprodução de uma típica casa porto-riquenho, na pista do lado oposto do palco principal). Ali, ele ressurge ao lado de amigos-figurantes, com a camisa 10 da seleção brasileira (e um 62 no escuso no peito) e um copo na mão. Aí é hora do reggaeton comer solto, em faixas como "Tití Me Preguntó", resvalando no trap e na house music. É festa, festa, festa, que leva Benito até a subir no teto da Casita para continuar cantando (sem largar o copo). E a coisa termina em uma batucada, um verdadeiro partido alto porto-riquenho, que envereda por um "Mas que nada", de  Jorge Ben , em espanhol. É a apoteose da grande celebração da família latino-americana. De volta ao palco principal, Bad Bunny partiu com seu balé para um terceiro ato de reggaeton mais romântico, com "Ojitos Lindos" e "LA CANCIÓN" - mas logo estava chamando novamente para a dança, em um momento de especial comoção, que foi "DtMF", faixa-título do seu mais novo disco, que a plateia não hesitou em cantar junto. "O passado só serve para saber o que mudar", recomendou o cantor, viajando na leveza da canção. Sem participações especiais e com poucos artifícios além da boa música e do genuíno espírito festivo, Bad Bunny deu baile num país conhecido por comandar o baile. Que agora, com essa grandiosa demonstração de potência resumida em pouco mais de duas horas de show, o Brasil abra de vez ouvidos e corações para o que os hermanos têm a dizer.

  • Biblioteca Estadual Câmara Cascudo celebra 57 anos

    A Biblioteca Estadual Câmara Cascudo (BECC), equipamento cultural vinculado à Fundação José Augusto e ao Governo do Estado do Rio Grande do Norte, celebra neste sábado (21), seus 57 anos de atuação na promoção da leitura, do conhecimento e da cidadania. Para marcar a data, será realizada, às 9h, a mesa-temática “A Biblioteca na Sociedade Digital”. A programação é aberta ao público e contará com café da manhã, além de distribuição gratuita de livros, reforçando o compromisso da instituição com o incentivo à leitura e a democratização do acesso à cultura. O encontro propõe um diálogo sobre os desafios e as transformações das bibliotecas diante das novas tecnologias e das dinâmicas da era digital. Participam da mesa o escritor e jornalista Vicente Serejo, a pesquisadora Ilayddiany Oliveira e o escritor Octavio Santiago. A mediação será da professora Conceição Guimarães, coordenadora do Clube do Livro Páginas Vívidas. Na ocasião, será apresentada a programação anual do Clube, que iniciou o ano de 2026 com a leitura do livro O Alienista, de Machado de Assis. O debate ocorrerá no mês de março, em data a ser divulgada. A Biblioteca Estadual Câmara Cascudo está localizada na Rua Potengi, 535, no bairro de Petrópolis, em Natal (RN). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (84) 9 9628-4548.

  • Aeroporto de Natal tem quatro voos cancelados

    Quatro voos da rota Natal e Buenos Aires foram cancelados nesta quinta-feira (19), em consequência de uma greve geral que ocorre na Argentina contra a Reforma Trabalhista no país. Dos voos, dois eram de chegada a Natal e outros dois de partida em direção ao Aeroporto de Ezeiza, na capital argentina. As viagens seriam operadas pelos companhias GOL e JETSMART. Em nota, a concessionária que administra o Aeroporto de Natal, Zurich Airport Brasil, confirmou o cancelamento dos voos e orientou os passageiros a procurarem os canais oficiais das companhias aéreas para obterem mais informações e a remarcação dos voos.

  • Mudança no funcionamento nos feriados do comércio brasileiro começa a valer em março

    Novas regras para o trabalho em feriados exigem acordo coletivo e prometem transformar a rotina de lojistas e funcionários. Freepik Depois de muita conversa e alguns adiamentos, o cenário para quem trabalha ou é dono de negócio no setor de serviços vai mudar. A partir de março, o funcionamento de lojas e mercados em dias de feriado passa a seguir um novo conjunto de regras que foca, principalmente, no diálogo entre patrões e empregados. Essa movimentação não aconteceu do dia para a noite. Ela vem sendo discutida para equilibrar a necessidade de consumo das famílias com o descanso e os direitos de quem está atrás do balcão. Na prática, a liberdade que existia para abrir as portas de forma irrestrita ganha agora um filtro mais rigoroso e organizado. Para o consumidor, o efeito pode ser percebido nos horários de atendimento de shoppings e supermercados da sua cidade. Já para o trabalhador, a mudança traz uma camada extra de segurança sobre como e quando o serviço extra deve ser solicitado e compensado. É importante entender que o objetivo central aqui é a formalização. O governo busca garantir que as decisões sobre o funcionamento do comércio não sejam tomadas de forma isolada, mas sim através de uma base comum que proteja todos os envolvidos na cadeia produtiva. Muitas pessoas ainda têm dúvidas se as lojas vão fechar de vez ou se o custo dos produtos pode subir. A ideia, no entanto, é que a transição ocorra de forma suave, permitindo que cada região adapte sua realidade econômica às exigências da nova portaria que entra em vigor. O que muda na prática com a nova regra do comércio O ponto central dessa mudança é a exigência de uma convenção coletiva para que o comércio funcione em feriados. Antes, em muitas cidades, bastava uma lei municipal ou um acordo direto para que as lojas pudessem operar normalmente nessas datas especiais. Agora, o sindicato dos trabalhadores e o sindicato patronal precisam sentar à mesa e assinar um documento específico. Sem esse acordo oficializado, as empresas ficam impedidas de convocar seus funcionários para trabalhar durante os feriados nacionais, estaduais ou municipais. Essa medida devolve um poder de negociação relevante para as categorias. Com o acordo coletivo, detalhes como o valor da folga compensatória, o pagamento de horas extras e até o fornecimento de alimentação ou transporte para esses dias precisam estar bem detalhados e aprovados por ambas as partes. Setores que precisam ficar atentos às novidades Embora o comércio varejista seja o mais citado, a regra atinge uma variedade enorme de estabelecimentos que estamos acostumados a visitar no dia a dia. Supermercados, farmácias, lojas de shopping e o comércio de rua estão no topo da lista de quem precisa se adequar rapidamente. No caso dos supermercados, que são serviços essenciais para a população, a negociação costuma ser mais ágil, mas ainda assim obrigatória. Ninguém quer chegar na porta do mercado para fazer a compra do mês e encontrar as portas fechadas por falta de um documento assinado semanas antes. As farmácias geralmente possuem regras diferenciadas por lidarem com a saúde pública, mas o setor administrativo e de vendas dessas unidades também entra no radar da fiscalização. O planejamento se torna a palavra de ordem para evitar multas pesadas ou processos trabalhistas desnecessários no futuro. Como as empresas devem se preparar para março O primeiro passo para qualquer empresário é verificar a situação do sindicato da sua região. Se ainda não existe um acordo assinado prevendo o trabalho nos feriados de 2026, é hora de correr contra o tempo. Março já está batendo à porta e a fiscalização promete ser rigorosa desde os primeiros dias. Além da parte burocrática, existe o lado humano da gestão. Comunicar a equipe com antecedência sobre como ficará a escala de trabalho ajuda a manter o ambiente saudável. O colaborador que sabe exatamente quanto vai receber a mais ou quando será sua folga trabalha com muito mais disposição e segurança. Organizar o estoque e as promoções considerando que alguns feriados podem ter horários reduzidos também faz parte da estratégia. Se a loja vai abrir por menos tempo, a logística precisa ser impecável para que o faturamento do dia compense os custos operacionais de manter a estrutura funcionando. O papel dos sindicatos e das negociações coletivas Com a nova portaria, os sindicatos reassumem um papel de protagonismo que havia sido flexibilizado nos últimos anos. A intenção é que as condições de trabalho sejam discutidas de forma macro, evitando que pequenos comércios fiquem em desvantagem ou que funcionários sejam explorados. As negociações coletivas servem para ajustar a realidade de cada cidade. Um feriado em uma cidade turística, onde o comércio ferve, tem um valor diferente de um feriado em um polo industrial onde o movimento de rua cai drasticamente. Esses acordos permitem essa diferenciação fina e necessária. Espera-se que, com o tempo, essas convenções se tornem padrão e tragam mais previsibilidade para o calendário econômico. Quando as regras são claras, o risco de conflitos diminui e a economia consegue girar de forma mais organizada, beneficiando desde o grande investidor até o consumidor final. Direitos do trabalhador e deveres do empregador Para o funcionário, a principal vantagem é a garantia de que o seu descanso será respeitado ou devidamente remunerado. O trabalho em feriado não pode ser uma imposição arbitrária sem a devida contrapartida prevista em lei e reforçada pelo acordo da categoria. O empregador, por sua vez, precisa estar ciente de que o descumprimento dessas normas pode gerar passivos trabalhistas que custam caro. Manter o registro de ponto atualizado e os comprovantes de pagamento de bônus ou folgas em dia é fundamental para proteger o patrimônio da empresa. Vale lembrar que o diálogo interno continua sendo a melhor ferramenta. Explicar para o time a importância do funcionamento em datas festivas e como isso ajuda na manutenção dos empregos e no crescimento do negócio cria um senso de parceria que vai além do que está escrito no papel do sindicato.

  • Fim da escala 6x1 — entre custo econômico e qualidade de vida

    O debate sobre o fim da escala de trabalho 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso) vem ganhando força no Brasil, dividindo opiniões entre setores produtivos e defensores de melhores condições de vida. De um lado, entidades industriais alertam para um impacto econômico significativo. A estimativa é que a mudança possa gerar um custo anual de até R$ 180 bilhões , valor que tende a ser repassado à sociedade por meio do aumento de preços em serviços e produtos. Esse impacto ocorreria principalmente porque empresas precisariam contratar mais funcionários para manter operações contínuas, elevando despesas com salários, encargos e benefícios. Além disso, há preocupações com: aumento da inflação risco de fechamento de empresas menores possível redução de empregos formais queda na competitividade da economia Estudos também apontam que a redução da jornada sem corte salarial pode diminuir a produção e afetar o PIB, além de pressionar o custo do trabalho. Por outro lado, cresce o movimento que defende o fim da escala 6x1 como uma evolução social necessária. A proposta está associada à busca por: mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional melhoria da saúde mental dos trabalhadores aumento do bem-estar e da produtividade individual mais tempo para família, lazer e desenvolvimento pessoal A lógica é que trabalhar menos dias pode gerar trabalhadores mais descansados, motivados e eficientes — algo já observado em países desenvolvidos que reduziram suas jornadas ao longo do tempo. O conflito principal está em como fazer essa transição : Setor produtivo:  defende cautela, adaptação gradual e discussão por setor Defensores da mudança:  enxergam a medida como avanço inevitável e necessário Há consenso em um ponto: A mudança não pode ser feita de forma abrupta, sem planejamento econômico. O fim da escala 6x1 representa um dilema clássico: Economia:  risco de aumento de custos e impactos no mercado Sociedade:  ganho em qualidade de vida e bem-estar A decisão final passa por encontrar equilíbrio entre produtividade e dignidade do trabalho — sem comprometer nem a economia nem a vida das pessoas.

  • O autismo (TEA) pode estar associado a variações biológicas do cérebro

    Pesquisas recentes em genética evolutiva e neurociência sugerem que o autismo (TEA) pode estar associado a variações biológicas do cérebro, possivelmente como um efeito colateral da rápida evolução de habilidades cognitivas humanas . A evolução rápida do neocórtex humano pode aumentar traços autísticos, associados a habilidades como sistematização, enquanto o TEA é fortemente genético e hereditário.  Principais Perspectivas sobre o Autismo e a Evolução: Efeito Colateral Evolutivo: Estudos indicam que os neurônios excitatórios do neocórtex humano evoluíram de forma rápida, e o mesmo processo que impulsionou capacidades cognitivas avançadas pode ter aumentado, como efeito colateral, a prevalência de traços autísticos. Seleção de Habilidades: Pesquisas propõem que características do autismo, como o alto poder de sistematização, reconhecimento de padrões e foco intenso, podem ter conferido vantagens vantajosas em ambientes ancestrais, oferecendo vantagens em organização social e sobrevivência. Componente Genético Forte: O autismo é fortemente genético, com herdabilidade estimada em cerca de 50% a mais de 90%, indicando que a constituição genética é um fator chave, não apenas o ambiente. Acasalamento Assortativo: A teoria sugere que pessoas com traços semelhantes de sistematização tendem a formar pares, o que poderia aumentar a frequência de genes associados ao TEA em seus descendentes. Visões Diversas: Enquanto alguns estudos apontam para o autismo como uma variação biológica que faz parte da evolução, outros enfatizam que é um transtorno do neurodesenvolvimento que requer suporte, focando mais na fragilidade biológica e vulnerabilidade do que na "evolução".  Em resumo, a compreensão do autismo está se ampliando de um modelo estritamente de déficit para um que reconhece variações genéticas e cognitivas que evoluíram, com estudos indicando que o TEA pode ser uma forma de neurodiversidade, com características que podem ser úteis em certos contextos.

  • Nobel de Economia critica promessas irreais na América Latina, alerta para clientelismo e elogia convivência social

    Em participação em um fórum internacional, um economista vencedor do Prêmio Nobel de Economia afirmou que a América Latina convive com um excesso de expectativas irreais sobre o papel do Estado. Segundo ele, muitos governos da região prometem mais do que conseguem entregar, o que acaba gerando frustração na população e dificuldades para o desenvolvimento econômico sustentável. De acordo com o economista, esse “utopismo” aparece quando políticas públicas são anunciadas com objetivos muito ambiciosos, mas sem base financeira, institucional ou administrativa para funcionar de fato. Na prática, isso faz com que programas não se sustentem ao longo do tempo e enfraquece a confiança das pessoas nas instituições públicas. O Nobel também alertou para o problema do clientelismo, prática em que políticos oferecem benefícios pontuais ou favores em troca de apoio político. Para ele, esse comportamento substitui políticas estruturais por soluções imediatas, que ajudam no curto prazo, mas não resolvem os problemas de fundo da economia e da desigualdade. Apesar das críticas, o economista fez elogios à América Latina ao destacar a capacidade de convivência entre diferentes grupos sociais, culturais e étnicos. Ele citou como exemplo a forma relativamente pacífica com que países da região lidam com fluxos migratórios e diferenças internas, mesmo enfrentando limitações econômicas maiores do que as de países ricos. Segundo o Nobel, essa capacidade de coexistência é um ativo importante da região e poderia ser melhor aproveitada caso viesse acompanhada de instituições mais fortes, políticas públicas mais realistas e menos dependência de promessas fáceis. Para ele, o desafio da América Latina não é falta de potencial, mas transformar esse potencial em crescimento econômico consistente e duradouro.

  • Independentes lideram identificação política no Brasil, aponta pesquisa

    Uma nova pesquisa de opinião revela que o maior grupo de brasileiros hoje não se identifica diretamente com os polos tradicionais da política. Segundo levantamento da Genial/Quaest, 32% dos entrevistados se definem como independentes , superando os blocos associados a lideranças específicas. De acordo com os dados, 19% se dizem lulistas , enquanto 14% se classificam como esquerda não lulista . No campo oposto, 12% se declaram bolsonaristas  e 21% afirmam integrar a direita não bolsonarista . Outros 2% não souberam ou preferiram não responder. O resultado sugere um cenário de fragmentação política , no qual a identificação com lideranças específicas é menor do que a adesão a posições mais amplas ou independentes. Especialistas avaliam que o crescimento do grupo que se considera fora dos polos tradicionais pode indicar cansaço com a polarização e abertura para discursos mais moderados. Na prática, esse perfil do eleitorado tende a aumentar a importância do chamado “centro político” em disputas futuras. Analistas destacam que candidatos capazes de dialogar com os independentes podem ganhar vantagem competitiva, já que esse segmento representa hoje o maior bloco individual da pesquisa. O levantamento reforça a percepção de que o cenário político brasileiro continua em transformação, com eleitores menos alinhados automaticamente a figuras específicas e mais atentos a propostas e conjunturas.

  • Maiores notas de corte do Sisu 2026 (exemplo); veja a lista

    O resultado oficial da chamada regular do Sisu 2026 será divulgado em 29 de janeiro de 2026  — nesta data os candidatos poderão consultar se foram aprovados e as notas de corte finais  por curso, modalidade e instituição (por ampla concorrência ou cotas). 🎓 Cursos mais disputados no Sisu 2026 (tendência geral) Apesar de os dados finais oficiais ainda não terem sido totalmente publicados individualmente por universidade/campus , as parciais e tendências mostram que os cursos mais concorridos  seguem sendo: 🔥 Top cursos com maior concorrência Inteligência Artificial  - UFG – Goiânia (GO)   854 Medicina  — lidera a concorrência, com notas de corte parciais muito altas em várias universidades (muitas acima de 830–860 na ampla concorrência em instituições mais tradicionais). Engenharia (Computação, Elétrica, Civil)  — áreas de engenharia aparecem repetidamente com cortes altos em boas universidades. Engenharia de Software - UFG – Goiânia (GO) 827 Direito  — forte concorrência em grandes universidades federais. Matemática, e cursos ligados à tecnologia também aparecem com notas de corte elevadas. Esses cursos historicamente exigem notas altas porque muitos candidatos escolhem essas áreas como primeira opção por causa da estabilidade e prestígio profissional. Exemplos de notas de corte parciais (últimos dias de inscrição) 👉 Estas não são as notas finais oficiais (que só saem com o resultado em 29/01), mas refletem como esteve a concorrência no último dia de inscrições:   🩺 Medicina (Ampla Concorrência) UFRJ — ~832,73 UFPE — ~809,51 UFC — ~782,48 UFMG — ~782,74 (valores são parciais e podem subir ou baixar no resultado final) 🏗 Engenharia Civil UFMG — ~742,12 UFRJ — ~765,97 UFPB — ~688,80 ⚖ Direito UFRJ — ~749,31 UFMG — ~750,24 UFC — ~699,56 📐 Matemática UFRJ — ~798,84 UFPE — ~744,35 UFMG — ~711,02 🧪 Ciências Biológicas UFMG — ~742,64 UFC — ~717,84 UFRJ — ~736,38 *(Esses dados mostram tendências por instituição para parciais finais do último dia — mas só serão oficiais após a divulgação dos resultados  em 29/01) 📌 Observações sobre as notas finais 🔹 Notificação oficial ainda está por sair:  O governo e o Sisu só publicam os cortes definitivos realmente usados para classificar candidatos na chamada regular no dia 29 de janeiro.   🔹 Cotas e modalidades diferentes terão cortes distintos:  Por exemplo, ampla concorrência  costuma ter notas maiores que cotas de escola pública ou renda . 🔹 Mudança importante em 2026:  Nesta edição, o Sisu passou a considerar as melhores notas obtidas nos Enem 2023, 2024 ou 2025 , o que pode ter aumentado as notas de corte em cursos concorridos. 📊 Resultado da chamada regular:   29 de janeiro de 2026   📋 Lista de espera (manifestar interesse):  29 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026 📅 Convocação pela lista de espera:  A partir de 11 de fevereiro de 2026

  • SAAE faz vídeo animado para explicar por que a água às vezes não chega às casas

    O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) divulgou um vídeo animado educativo  para explicar, de forma acessível e amigável, os motivos que levam à interrupção ou irregularidade no abastecimento de água em algumas regiões. Utilizando personagens animados que representam canos e torneiras , o vídeo mostra que grande parte dos problemas ocorre devido à antiguidade da rede de distribuição , que já não consegue suportar a demanda atual. Vazamentos, rompimentos e sobrecarga do sistema aparecem de maneira visual e didática, facilitando a compreensão do público. A narrativa também destaca que o SAAE está realizando a substituição e modernização das tubulações , um processo feito de forma gradual e planejada , justamente para minimizar transtornos à população. À medida que as melhorias avançam, os personagens do vídeo passam a representar um sistema mais eficiente, com a água fluindo normalmente. A iniciativa do órgão parece buscar aproximar a informação da população , tornando mais claro que eventuais interrupções são temporárias e necessárias para garantir, no futuro, um abastecimento mais seguro, contínuo e de melhor qualidade.

  • Oposição do RN se articula e reúne Styvenson, Rogério e Álvaro para definir 2026

    O senador Styvenson Valentim (PSDB) confirmou discutir a estratégia eleitoral de 2026 no Rio Grande do Norte. O encontro terça-feira (20) contara com a presença do senador Rogério Marinho (PL) e do ex-prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos). De acordo com Styvenson, a conversa tem por objetivo organizar o grupo, alinhar expectativas e definir quais nomes seguirão na disputa e em quais cargos. Em publicação nas redes sociais, ele destacou que esse tipo de articulação é comum e necessária no ambiente político, especialmente em períodos de indefinição. A reunião acontece em um momento em que crescem os comentários sobre uma possível saída de Rogério Marinho da corrida pelo Governo do Estado. Pessoas próximas ao senador afirmam que ele teria recebido convite para atuar na coordenação de uma candidatura presidencial ligada ao PL, o que o afastaria da disputa estadual. Com esse cenário, os nomes de Styvenson Valentim e Álvaro Dias ganham força como possíveis líderes da chapa oposicionista no RN. Até então, ambos vinham se colocando como pré-candidatos tanto ao Governo quanto ao Senado, mesmo integrando o mesmo grupo político liderado por Rogério Marinho. A definição final deve depender do resultado dessas conversas internas, que buscam evitar divisões e fortalecer a oposição para o próximo ciclo eleitoral. Depois de se reunir nesta terça-feira (20), em Natal, com o senador Styvenson Valentim (PSDB) e o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos), o senador Rogério Marinho (PL) deverá anunciar, em coletiva de imprensa marcada para a manhã desta quarta-feira (21), quais serão os próximos passos do grupo para as eleições, com a possível revelação do nome que será indicado para concorrer ao Governo do Rio Grande do Norte. Caso o nome de Marinho seja retirado da disputa para assumir a coordenação da campanha presidencial em nível nacional, as apostas se voltam para Styvenson ou Álvaro. Nesta quarta-feira (21) Rogério Marinho anuncia sua desistência na pré-candidatura ao governo e anuncia o prefeito Álvaro Dias como pré-candidato ao governo do Rio Grande Norte.

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