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- Tráfico de drogas em Santa Cruz leva à prisão de suspeito
Uma ação da Polícia Militar resultou na prisão de um homem suspeito de tráfico de drogas Santa Cruz, no interior do Rio Grande do Norte. A ocorrência foi registrada na noite da sexta-feira (6), durante patrulhamento realizado por equipes do 15º Batalhão de Polícia Militar (15º BPM). Além disso, os policiais também apreenderam arma de fogo, munições e diversos materiais associados à comercialização de entorpecentes. Segundo informações da corporação, a guarnição recebeu denúncias de que um indivíduo estaria distribuindo drogas na cidade e ameaçando moradores da região. Diante disso, os policiais intensificaram o patrulhamento nas áreas indicadas. Logo depois, a equipe identificou um suspeito saindo de uma residência e conduzindo uma motocicleta, o que motivou a abordagem imediata. Durante a revista inicial, os militares encontraram porções de maconha e cocaína com o suspeito. Além disso, os agentes localizaram uma quantia significativa de dinheiro fracionado, situação que costuma indicar atividade de venda de entorpecentes. Tráfico de drogas Santa Cruz resulta em apreensão de arma Em seguida, os policiais realizaram diligências complementares no local. Durante a ação, a equipe encontrou um revólver calibre .38, além de munições do mesmo calibre. Além disso, os agentes apreenderam uma balança de precisão, facas, embalagens plásticas utilizadas para acondicionar drogas e diversos aparelhos celulares. Por outro lado, a ocorrência também chamou atenção por outro item apreendido. Os policiais localizaram um drone entre os objetos recolhidos durante a operação. Conforme especialistas em segurança pública, equipamentos desse tipo podem ser utilizados para monitorar movimentações ou auxiliar em atividades ilícitas. Além disso, a polícia recolheu novamente dinheiro fracionado, reforçando a suspeita de que o material estava ligado à comercialização de drogas na região.
- ‘Se Fátima renunciar, direita vai ter um nome para disputar mandato tampão no RN’, afirma Babá
RN terá uma eleição indireta se forem confirmadas as renúncias já anunciadas da governadora Fátima Bezerra e do vice-governador Walter Alves Presidente da Femurn, Babá Pereira, é pré-candidato a vice-governador do RN - Foto: José Aldenir O pré-candidato a vice-governador Babá Pereira (PL), que compõe chapa com o pré-candidato ao governo Álvaro Dias (Republicanos), afirmou nesta terça-feira 3 que a oposição vai apresentar um candidato para disputar a eleição indireta para o Governo do Estado caso se confirmem as renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Walter Alves (MDB) antes do fim do mandato. “Se a governadora renunciar, a direita vai ter um nome, sim, para concorrer”, declarou Babá, em entrevista à rádio Cidade. Segundo ele, o grupo acredita em “uma chance de vitória” na eventual disputa. Babá é o atual presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) e deverá deixar o cargo nesta quarta-feira 4 para ficar apto à disputa eleitoral. Babá ponderou, no entanto, que ainda há incerteza quanto ao desfecho político. “Ninguém sabe realmente o que vai acontecer”, afirmou, destacando que faltam “mais ou menos 30 dias” para que o cenário se defina. Ele ressaltou que não é possível trabalhar apenas com hipóteses, enquanto não houver confirmação oficial das renúncias e das vacâncias. O pré-candidato a vice-governador reconheceu que existem nomes discutidos internamente no campo da oposição, mas evitou citá-los. Lembrou que algumas lideranças já se colocaram publicamente, como o prefeito de Acari, Fernando Bezerra (Podemos). O Rio Grande do Norte terá uma eleição indireta se forem confirmadas as renúncias já anunciadas da governadora Fátima Bezerra e do vice-governador Walter Alves. A lei estabelece que eles devem deixar os cargos até 4 de abril de 2026 caso queiram disputar as eleições de outubro. Fátima já anunciou que é pré-candidata ao Senado, enquanto Walter pretende concorrer a deputado estadual. Na eleição indireta, os 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa terão de eleger um governador e um vice para concluírem o mandato da chapa Fátima/Walter — que se encerra oficialmente em 5 de janeiro de 2027. É o chamado “mandato tampão”. Pela Constituição, quando a vacância dupla ocorre nos dois últimos anos de mandato, a eleição indireta precisa acontecer em até 30 dias após a saída dos titulares. Segundo a Constituição, no intervalo entre as renúncias e a realização da eleição indireta, o governo deve ser exercido pelo presidente da Assembleia Legislativa (atualmente o deputado estadual Ezequiel Ferreira, do PSDB) ou pelo presidente do Tribunal de Justiça (atualmente, o desembargador Ibanez Monteiro). Fátima Bezerra tem defendido que, após sua renúncia, um nome ligado ao PT assuma o governo até o final do mandato. Ela tem apresentado o nome do secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT), mas o auxiliar tem enfrentado resistência na Assembleia Legislativa. Com isso, outros nomes também são avaliados. “É mais do que legítimo que o PT possa indicar esse nome, visto que quem foi eleito nas urnas em 2018 e 2022 foi o Partido dos Trabalhadores. Então, é legítimo que o PT reivindique esse nome. O nome de Cadu Xavier foi colocado, mas Cadu desde o início sabe que nós trabalhamos com outras opções. Ele tem clareza exatamente disso”, afirmou Fátima Bezerra, em um café da manhã com jornalistas em 11 de fevereiro. Entre os nomes considerados pelo governismo, está o do deputado estadual Francisco do PT, líder do governo na Assembleia, e o do secretário estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca, Guilherme Saldanha (PSDB), que é ligado politicamente ao presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira (PSDB).
- Inmet emite três alertas de chuva para o RN e prevê mais de 100 mm em 36 municípios
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou três avisos meteorológicos para o Rio Grande do Norte, incluindo um alerta de “grande perigo” — o nível máximo na escala do órgão — para 36 municípios potiguares. O comunicado mais severo é válido até as 23h59 desta segunda-feira (2) e aponta possibilidade de volumes expressivos de chuva, com impactos como alagamentos, cheias de rios, deslizamentos de terra, ventos fortes e interrupções no fornecimento de energia. Alerta máximo para 36 cidades De acordo com o Inmet, o aviso de “grande perigo” prevê precipitações superiores a 60 milímetros por hora ou acumulados acima de 100 milímetros ao longo do dia. O alerta começou às 10h33 do sábado (28) e abrange municípios das regiões do Alto Oeste e do Seridó. Entre as cidades incluídas estão Pau dos Ferros, Caicó, Parelhas, São Miguel, Martins, Luís Gomes, Alexandria, Tenente Ananias e Serra Negra do Norte, além de outros municípios listados pelo instituto. Nessas áreas, o risco é considerado elevado, sobretudo em locais com histórico de vulnerabilidade a enxurradas e deslizamentos. Aviso de perigo atinge praticamente todo o estado Um segundo comunicado, classificado como “perigo”, também está em vigor e contempla praticamente todo o território potiguar. O período de validade vai de 0h01 desta segunda-feira (2) até as 23h59 da terça-feira (3). A previsão indica chuvas entre 30 e 60 milímetros por hora ou acumulados de 50 a 100 milímetros por dia, acompanhadas de ventos que podem variar entre 60 e 100 km/h. O alerta inclui municípios das regiões Metropolitana, Agreste, Central, Oeste e Litoral, como Natal, Parnamirim, Mossoró, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim, Macau, Assú, Currais Novos e João Câmara. Segundo o Inmet, há possibilidade de queda de energia elétrica, galhos de árvores, pontos de alagamento e descargas elétricas. Litoral Sul também sob atenção O terceiro aviso, igualmente classificado como “perigo”, é direcionado especificamente a cinco municípios do litoral Sul: Baía Formosa, Canguaretama, Pedro Velho, Tibau do Sul e Vila Flor. Nessas localidades, a previsão também aponta volumes entre 30 e 60 milímetros por hora ou de 50 a 100 milímetros por dia, com risco de alagamentos e transbordamentos. O comunicado segue válido até as 23h59 desta segunda-feira (2). Recomendações à população Diante do cenário, o Inmet orienta que a população evite se expor ao mau tempo, fique atenta a sinais de instabilidade em encostas e, se necessário, desligue aparelhos elétricos e o quadro geral de energia. Em caso de inundação iminente, a recomendação é proteger documentos e objetos de valor. Situações de emergência devem ser comunicadas à Defesa Civil, pelo telefone 199, ou ao Corpo de Bombeiros, pelo número 193.
- Um dinossauro do tamanho de uma galinha foi encontrado na Patagônia – e mudou o que se sabia sobre sua evolução
O espécime é o mais completo e o menor do grupo dos alvarezsaurus já encontrado na América do Sul. A descoberta muda o que se sabia até agora sobre esse animal pré-histórico de tamanho diminuto. Um dinossauro do tamanho de uma ave não é normalmente a primeira imagem que nos vem à mente quando se pensa répteis pré-históricos. Afinal, a palavra “dinossauro” vem do grego deinos (terrível) e sauros (lagarto), o que dá uma primeira impressão de animais gigantescos. No entanto, há um grupo deles que se destacava por ser minúsculo: os chamados alvarezsaurus. A recente descoberta e análise de um fóssil desse grupo na Patagônia argentina oferece novas pistas sobre sua evolução. O estudo publicado na revista “Nature”, contou com o apoio da National Geographic Society e foi conduzido por paleontólogos dos Estados Unidos e da Comissão Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet) da Argentina. A seguir, saiba mais sobre a descoberta e os avanços que ela representa para o conhecimento. O dinossauro encontrado na Patagônia mede menos de um metro O fóssil recentemente descrito na revista “Nature” corresponde à espécie Alnashetri cerropoliciensis, um membro do grupo dos alvarezsaurus. Ele foi encontrado em La Buitrera, uma área fossilífera no norte da província de Río Negro, na região da Patagônia, no sul da Argentina. O primeiro exemplar conhecido dessa espécie foi descoberto em 2004 nessa mesma formação rochosa, detalha um artigo do Conicet sobre a notícia. Os alvarezsaurus eram um grupo enigmático de pequenos dinossauros carnívoros com corpos leves, cabeças pequenas e numerosos dentes minúsculos, detalha o Conicet. Eles surgiram há cerca de 150 milhões de anos e a maioria de seus representantes foi encontrada na Argentina, Mongólia e China. O Alnashetri cerropoliciensis media cerca de 70 centímetros de comprimento (dos quais metade era a cauda) e pesava cerca de 1 quilo, por isso acredita-se que se alimentava de vertebrados e insetos minúsculos que habitavam a mesma zona. Também tinha um braço relativamente longo, com um primeiro dedo mais robusto do que os dois restantes e com uma garra com quilha. Os pesquisadores determinaram que se tratava de uma fêmea e que tinha pelo menos quatro anos no momento da morte. O espécime recentemente descoberto tem cerca de 95 milhões de anos e é o mais completo e menor de um alvarezsaurídeo descoberto até agora na América do Sul, diz o Conicet. Concretamente, de todo o esqueleto, faltam apenas o teto do crânio, partes da cauda e porções do lado direito. O achado permite analisar como a espécie mudou ao longo do tempo e ajudará os cientistas a compreender melhor a história e a evolução desse grupo de dinossauros, reforça a fonte.
- Academia articula nome para eventual eleição indireta ao Governo do Estado
Professor de Economia da Uern, filiado ao PV, defende candidatura suprapartidária com apoio das universidades e vice oriundo do Sistema S como alternativa à polarização Professor defende fortalecimento de políticas públicas baseadas em dados - Foto: Eduardo Maia/ALRN Para Nunes, a eventual eleição indireta pode representar “uma saída legítima” dentro do ordenamento constitucional e uma oportunidade de reduzir o ambiente de polarização política no Estado. “Uma candidatura com origem na academia, apoiada de maneira suprapartidária pelas universidades, traria alívio à sociedade e evitaria o desgaste político entre deputados, permitindo que se concentrem em seus mandatos e em suas reeleições”, afirma. Segundo interlocutores da articulação, a eventual candidatura não teria caráter corporativo, mas se apresentaria como alternativa técnica em um cenário de transição. Entre os eixos defendidos estão o fortalecimento de políticas públicas baseadas em dados, a integração das universidades ao planejamento econômico estadual, a ampliação de investimentos em ciência, tecnologia e inovação e a consolidação de estratégias de sustentabilidade e transição energética — área em que o Rio Grande do Norte se destaca nacionalmente. A eleição indireta, prevista na Constituição em caso de vacância dupla nos dois últimos anos de mandato, transfere à Assembleia Legislativa a responsabilidade pela escolha do novo chefe do Executivo. Nesse ambiente, perfis com capacidade de diálogo e menor grau de rejeição política tendem a ganhar espaço. Nunes sustenta que uma candidatura apoiada conjuntamente por Uern, UFRN, IFRN e Ufersa poderia sinalizar compromisso institucional com planejamento de médio prazo e estabilidade administrativa. A escolha de um vice oriundo do Sistema S acrescenta e buscaria compor uma frente entre conhecimento acadêmico e experiência na formação profissional e no setor produtivo. A consolidação do movimento dependerá da evolução do cenário sucessório e da disposição das bancadas na ALRN. Nos próximos dias, a expectativa é de avanço nas conversas institucionais e na formalização de apoios, em uma articulação que insere a academia como ator direto no debate político estadual. Perfil técnico e trajetória acadêmica Graduado em Economia pela UFRN, mestre pela Universidade Federal de Uberlândia e doutor em Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com estágio doutoral na Wageningen University, na Holanda, Nunes construiu carreira voltada ao estudo do desenvolvimento regional, agricultura familiar e economia institucional. Professor da Faculdade de Ciências Econômicas da Uern, é bolsista de produtividade do CNPq (PQ-2), líder do grupo de pesquisa “Desenvolvimento Regional: agricultura e petróleo” (Nudet/Uern) e integra o Grupo de Estudos e Pesquisas em Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento (Gepad/UFRGS). Na gestão universitária e pública, foi diretor da Faculdade de Ciências Econômicas da Uern, pró-reitor de Extensão da instituição e diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Norte (Fapern), onde coordenou programas de incentivo à pesquisa aplicada e à interiorização da produção científica.
- Aprovação da quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha)
Nesta quinta-feira (26), a Fábio Luís Lula da Silva conhecido como Lulinha teve seus sigilos bancário e fiscal aprovados para investigação pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS. A medida faz parte de um pacote de 87 requerimentos aprovados de forma simbólica e em bloco pela comissão que apura fraudes no INSS. A proposta de autorizar a quebra foi apresentada pelo relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), com base em indícios de movimentações e relações financeiras atípicas no período de 2022 a 2026. O pedido ocorre no contexto de investigações que envolvem supostos pagamentos, incluindo uma suposta “mesada” de cerca de R$ 300 mil que teria sido paga por um empresário ligado ao esquema, conforme apontado por reportagens jornalísticas. Sessão marcada por confusão, briga física e suspensão dos trabalhos Assim que o resultado foi proclamado, parlamentares da base governista reagiram com protestos, empurra-empurra e tumulto físico no plenário da CPMI. O episódio ganhou destaque porque o deputado Rogério Correia acabou agredindo fisicamente o deputado Luiz Lima (Novo-RJ) e admitiu o soco, justificando que sofreu um empurrão antes de reagir, o que levou a suspensão da sessão por cerca de 15 minutos. A confusão teria envolvido ainda outros congressistas, com trocas de empurrões e intervenção de colegas para restabelecer a ordem. Controvérsia política e reação do governo Após o tumulto, parlamentares governistas contestaram a forma como a votação foi conduzida que foi simbólica e em bloco, sem contagem nominal dos votos e anunciaram que pedirão a anulação da decisão junto ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre. Líderes da base consideram que a votação foi irregular e que houve erro na contagem dos votos, situação que será levada à Mesa Diretora e ao Conselho de Ética do Congresso. A oposição comemorou a aprovação da quebra de sigilo como um passo importante para aprofundar a investigação sobre o esquema que teria desviado recursos de beneficiários do INSS. A CPMI do INSS já investiga um conjunto amplo de fraudes e irregularidades envolvendo descontos indevidos e supostos esquemas de crédito consignado. A medida gira em torno de informações que a comissão busca cruzar com dados da Polícia Federal e de operações como a “Operação Sem Desconto”. . A CPMI do INSS é uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito formada por deputados e senadores para investigar possíveis fraudes e irregularidades envolvendo descontos e repasses no Instituto Nacional do Seguro Social. Ela tem poderes de investigação semelhantes aos de autoridades judiciais , conforme o art. 58 da Constituição Federal. O que significa “quebra de sigilo”? A aprovação da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva autoriza a comissão a: Acessar dados bancários Extratos Movimentações financeiras Transferências recebidas e enviadas Identificação de remetentes e destinatários Acessar dados fiscais Declarações de Imposto de Renda Informações patrimoniais Evolução de bens e renda ⚠️ Importante:Isso não significa culpa automática . Trata-se de um instrumento para coletar provas e verificar se houve irregularidades. ⚖️ A CPMI pode fazer isso? Sim. O Supremo Tribunal Federal já consolidou entendimento de que CPIs e CPMIs podem determinar quebra de sigilo, desde que: Haja fato determinado A decisão seja fundamentada O pedido seja aprovado pela comissão Se houver irregularidade formal na votação, a decisão pode ser questionada judicialmente. E qual o papel do Judiciário? Segundo relatos, houve autorização prévia do ministro André Mendonça envolvendo medidas relacionadas ao caso. Caso a defesa entenda que houve abuso ou vício formal na votação, pode: Entrar com mandado de segurança no STF Pedir suspensão da quebra de sigilo Questionar excesso ou desvio de finalidade O caso pode ser arquivado quanto a ele. Politicamente, pode virar argumento de perseguição. O relatório final pode pedir indiciamento. O caso pode ser enviado ao Ministério Público. Pode virar investigação criminal formal. Envolve o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva , o que naturalmente amplia: Tensão entre base e oposição Judicialização do caso Disputa narrativa para 2026 Quebra de sigilo ≠ condenação.É uma ferramenta investigativa. O que vai definir o peso do caso será: O conteúdo das movimentações A conexão (ou não) com as fraudes investigadas A validade jurídica da decisão da CPMI Defesas e negações A defesa de Lulinha negou participação em fraudes ou desvios e afirmou que o nome dele está sendo usado indevidamente por interesses políticos. Em suma: antes mesmo de a CPMI aprovar formalmente a quebra dos sigilos de Lulinha , o pedido havia sido autorizado pelo STF a pedido da Polícia Federal, dentro de uma investigação maior sobre possíveis fraudes no INSS.
- Monsenhor Aerton Sales é designado Vigário Geral para região da futura Diocese de Assu
Seguindo o trabalho de divisão dos novos territórios das futuras dioceses, o Arcebispo Metropolitano de Natal, Dom João Santos Cardoso, também designou um vigário geral para o território que compõe a futura região de Assú, nas paróquias atualmente pertencentes à Arquidiocese de Natal. O escolhido foi o Monsenhor Aerton Sales da Cunha, pároco e reitor do Santuário de Nossa Senhora da Conceição, em Ceará-Mirim/RN, na Região Metropolitana de Natal. A área da nova Diocese de Assú será composta por cidades que hoje pertencem à Diocese de Mossoró e à Arquidiocese de Natal, sendo desmembradas do território da capital potiguar algumas paróquias que integram a área conhecida como Vicariato Norte. Sendo assim, a região de Santa Cruz, totalmente vinculada à Arquidiocese de Natal, será administrada por Dom Sílvio de Brito, enquanto a região de Assú ficará sob a responsabilidade do Monsenhor Aerton Sales.
- Ex-senador e filho deputado são alvos de operação da PF contra desvio de emendas parlamentares
Ex-senador Fernando Bezerra Coelho e deputado Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE) | Divulgação/Bruno Spada/Câmara e Divulgação Waldemir Barreto Agência Senado A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira (25) a operação Vassalos, que investiga crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por meio do desvio de emendas parlamentares. Os principais alvos são o ex-senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) e dois filhos dele, o deputado federal Fernando Coelho Filho (União Brasil-PE) e o pré-candidato a senador Miguel Coelho (União-PE), ex-prefeito de Petrolina (PE). Agentes cumprem, ao todo, 42 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em quatro estados (Bahia, Goiás, Pernambuco e São Paulo) e no Distrito Federal. Em nota, a defesa de Fernando Bezerra Coelho e Fernando Filho disse que não teve acesso à decisão do ministro do STF, Flávio Dino. Completou que os mandados estavam desacompanhados dos motivos que ensejaram as medidas cautelares e que solicitou acesso aos autos, para que, assim, possa se manifestar no processo. O ex-senador foi ministro da Integração Nacional no primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e líder do governo de Jair Bolsonaro (PL) no Senado de 2019 a 2021. Já o deputado federal trabalhou como ministro de Minas e Energia no governo de Michel Temer (MDB), de 2016 a 2018. As ações policiais foram autorizadas pelo ministro Flávio Dino, relator de inquéritos no STF sobre supostas irregularidades envolvendo emendas. A investigação apura, segundo a PF, atividades de uma organização criminosa composta por agentes públicos e privados. A suspeita é de que recursos públicos vindos de emendas parlamentares eram desviados por meio do direcionamento de licitações a uma empresa vinculada ao grupo, “com posterior utilização dos valores desviados no pagamento de vantagens indevidas e ocultação de patrimônio”.
- Estátua de Nossa Senhora de Fátima pega fogo na zona norte de Natal
Um incêndio de grandes proporções atingiu, na tarde desta terça-feira (24), a estátua de Nossa Senhora de Fátima que estava em construção no conjunto Parque das Dunas, no bairro Pajuçara, Zona Norte de Natal. A estrutura, que seria um dos maiores monumentos religiosos da capital potiguar, ficou praticamente destruída. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte, as equipes foram acionadas e, por volta das 14h30, já atuavam no combate às chamas e no isolamento da área para garantir a segurança. Inicialmente, não havia confirmação oficial sobre as causas do incêndio. A obra é coordenada pela prefeitura da capital e tinha previsão de atingir 35 metros de altura, além de uma base de 8 metros. O investimento total estimado era de R$ 15 milhões, conforme informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). De acordo com informações dos bombeiros, o fogo teria começado após um curto-circuito em uma máquina de solda utilizada por operários que trabalhavam na parte interna da estrutura. O calor e as faíscas teriam atingido materiais inflamáveis, como resina e blocos de isopor, facilitando a rápida propagação das chamas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência informou que foi acionado com a informação inicial de duas possíveis vítimas. No entanto, ao chegar ao local, a equipe médica constatou que apenas um trabalhador precisou de atendimento, apresentando queimaduras leves nas mãos. A estátua vinha sendo construída por módulos feitos de isopor, posteriormente moldados e recobertos com outros materiais. De acordo com a fiscalização da obra, apenas a cabeça e a coroa — que ainda não haviam sido instaladas — não foram atingidas pelo fogo. A prefeitura deverá divulgar, nos próximos dias, novas informações sobre os danos causados e os próximos passos em relação ao projeto, que tinha previsão de entrega para o início deste ano.
- Líderes do PL e União tentarão barrar votação da escala 6x1 em Plenário por receio de derrota: ‘seria avassaladora’
Valdemar da Costa Neto e Antônio Rueda, presidentes das legendas, criticaram a proposta em evento com empresários, em São Paulo Valdemar da Costa Neto e Antônio Rueda, presidentes do PL e do União Brasil, admitiram que é alta a chance da aprovação do fim da escala 6x1 no Congresso Nacional e afirmaram que vão tentar impedir que o tema seja votado em Plenário antes da eleição. Ao se posicionarem contra o projeto durante jantar promovido pelo Esfera Brasil, na noite desta segunda (23), em São Paulo, os dois foram aplaudidos por empresários. Entre os convidados, havia representantes de marcas como Google, iFood, JHSF, dos setores de varejo e outras. Rueda afirmou que tem uma “posição pessoal” contra o projeto porque ele “vai onerar o setor produtivo e gerar inflação”, mas disse que é “muito difícil” que os deputados e senadores de seu partido que buscam uma reeleição votem contra a proposta porque isso lhes custariam votos. — É uma posição muito cruel para quem está disputando uma reeleição ou um outro mandato. A gente tem que ter inteligência e segurar que essa votação vá para o Plenário, porque se ela for a Plenário, vai ser avassaladora (a aprovação). É um assunto muito penoso para o setor produtivo, eu tenho uma posição pessoal que eu vou defender junto à minha bancada. Isso vai ser um desatino, quem vai pagar essa conta são os consumidores, Eu defendo que a gente possa construir uma "barrigada" (protelada) na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados). Eu defendo aqui uma posição, junto com o Valdemar em que a gente possa construir uma unidade dentro das comissões, principalmente na CCJ, para a gente poder ir "barrigando" isso — falou. Valdemar também comentou sobre o projeto, afirmando que “se o camarada votar contra é muito difícil para ele” e reforçando a necessidade de “pressão” do setor empresarial no Congresso. – Nós temos que trabalhar para não deixar votar de jeito nenhum, pedir a pressão dos empresários em cima de seus deputados, para a gente segurar isso para não votarmos. Se puser isso em pauta, é muito difícil não passar, eu tenho que ser honesto com vocês — disse o presidente do PL — O que nós pretendemos fazer? Trabalhar com o presidente da Câmara e segurar isso aí na CCJ, é onde será a guerra. O presidente Lula (PT) trabalha para votar a proposta o quanto antes, e tem ao seu lado o presidente da Câmara, Hugo Motta, que sinalizou que vai dar prioridade ao tema. Em vídeo publicado neste domingo, Motta disse que o relator na CCJ da proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre o fim da escala 6x1 será indicado no início desta semana. A ideia é votar reunir na PEC os textos apresentados pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que defendem mudanças na Constituição para permitir a redução da jornada semanal de trabalho, com a revisão do atual modelo de seis dias de trabalho para um de descanso.
- Startup russa hackeia cérebros de pombos e os transforma em drones
Uma startup russa chamada Neiry anunciou que conseguiu "hackear" o cérebro de pombos, transformando-os em drones biológicos. Através de implantes neurais, a empresa consegue guiar a rota de voo das aves. A tecnologia funciona com eletrodos que enviam estímulos leves ao cérebro, fazendo o pombo "preferir" certos caminhos. Com câmeras e painéis solares acoplados, eles podem voar até 480 km por dia sem precisar carregar baterias. A empresa defende que os "bio-drones" são superiores aos mecânicos para acessar espaços pequenos e resistir ao clima. Apesar das críticas de bioeticistas sobre o controle de seres vivos, a Neiry afirma que o uso será estritamente civil. O projeto já é considerado pronto para uso prático em logística, agricultura e resgates. É um avanço da ciência russa que promete revolucionar o monitoramento ambiental e as operações de busca em 2026.
- Mpox no Brasil acende alerta para novos casos; Saiba como identificar
A Mpox no Brasil voltou ao centro das atenções após novos registros confirmados em 2026. Primeiramente, o Painel Mpox do Ministério da Saúde contabiliza 46 casos neste ano. Além disso, o país registrou 1.047 notificações em 2025 e 2.022 casos ao longo de 2024. Diante desse cenário, cresce a preocupação com possíveis aumentos durante períodos de grande circulação de pessoas, como o Carnaval. Embora os números atuais sejam inferiores aos anos anteriores, especialistas defendem vigilância constante. Segundo o virologista Paulo Brandão, professor da Universidade de São Paulo, o momento exige atenção, mas não indica uma crise sanitária. Ele explica que a doença não apresenta, neste momento, características de potencial pandêmico. Mpox no Brasil: transmissão e sintomas A Mpox é causada pelo vírus MPXV, do gênero Orthopoxvirus. Inicialmente, a transmissão ocorria de animais para humanos, principalmente por roedores silvestres. No entanto, atualmente o contágio acontece, sobretudo, entre pessoas. Conforme o Ministério da Saúde, a infecção ocorre por contato direto com lesões na pele, fluidos corporais e secreções respiratórias em situações de proximidade prolongada. Além disso, objetos contaminados, como toalhas e roupas de cama, também podem transmitir o vírus. Os sintomas surgem entre três e 16 dias após a exposição, podendo chegar a 21 dias. Entre os sinais mais comuns estão febre, dor de cabeça, dores no corpo, ínguas e lesões na pele. Posteriormente, essas lesões evoluem para bolhas e crostas até a cicatrização completa. O diagnóstico depende de exame laboratorial realizado a partir de secreções das lesões. Atualmente, o tratamento é sintomático. Embora existam antivirais em estudo, não há medicamento amplamente disponível com eficácia comprovada para uso geral. Há risco de novo surto? Especialistas afirmam que o risco de pandemia é baixo. Contudo, períodos como o Carnaval podem favorecer picos regionais. Afinal, o vírus se espalha principalmente por contato direto e próximo. Além disso, há possibilidade de casos importados trazidos por turistas internacionais. Mesmo assim, o cenário atual não aponta para emergência sanitária de grandes proporções. O Ministério da Saúde recomenda diagnóstico precoce, isolamento de casos suspeitos e vacinação de grupos prioritários, como pessoas imunossuprimidas e profissionais de laboratório. Quem apresentar sintomas deve procurar atendimento médico e evitar contato próximo até orientação adequada. A vigilância contínua, acima de tudo, segue como principal ferramenta para conter a Mpox no Brasil.














